domingo, 6 de junho de 2010

Não agora...!



Lembro-me de ti, pai, e de ti, mãe, com um sentimento de profunda gratidão.
Perfeitos não foram, como não poderiam ser. Erraram, certamente, até por excesso de amor, para que eu pudesse ter um caminho limpo, livre, digno.
Lutaram pela minha instrução e educação, pela minha saúde, pela minha felicidade.

Para que tudo isto fosse possível, quantas noites sem dormir, quantas lágrimas derramadas, quantas dificuldades vencidas...

Lembro-me de vós com o mesmo amor, lembro-me com gratidão.

Obrigado...!

Amo-vos e vou tentar conservar a minha serenidade. É a melhor prova de que o meu ser é forte e equilibrado.

Não vou permitir que a azáfama das minhas obrigações exteriores interfiram, neste momento delicado das nossas vidas.
Vou manter-me serena, por amor...

Eu estou aqui, não vamos dizer adeus,
Não agora...!